quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Direto ao Ponto - Ricardo Gondim

Sinopse do Livro:

Não desejo ser leviano em minhas considerações. Estes ensaios teológicos são responsáveis e tementes à Deus. Estendo esta responsabilidade às pessoas. Eu lido com gente que vive situações concretas e enfrenta um mundo pleno de possibilidades e perigos. 

Em minha comunidade, mães trazem filhas em cadeira de roda para a escola dominical; pais, aflitos com os filhos que sucumbiram ao vício das drogas, anseiam por respostas. Já enterrei rapazes. Já vi o câncer maltratar amigos até à morte. Não me resigno a responder a tantos dilemas da vida com frases prontas e chavões idealizados. Reservo-me ao direito de não estreitar-me à bitola das teologias prontas.

Espero que os capítulos deste livro despertem seu interesse por outros temas e gere pesquisa, estudo e meditação. Ainda há muito a ser feito. Consagro a Deus cada página que escrevi para que gere sede pelo eterno, paixão por Jesus e gana de viver. (Ricardo Gondim)

Autor: Ricardo Gondim
Editora: Editora Doxa
Edição: 1º Edição
Páginas: 148
Ano: 2009
Acabamento: Brochura
Formato: 14 x 21 cm

A assinatura de Deus - Grant Jeffrey

Sinopse do Livro:

A Assinatura de Deus é o mais interessante e fascinante livro já escrito por Grant Jeffrey.

Este livro o impressionará com suas evidências científicas bem documentadas que provarão que a Bíblia é a Palavra Inspirada de Deus, sem nenhuma sombra de dúvida. 

Grant argumenta que foi Deus quem, de fato, escreveu sua assintura nas páginas das Escritas, através de inúmeras provas divinas de que suas palavras são inspiradas e verídicas. 

Explore as descobertas extraordinárias que provam que Deus escreveu a Bíblia. -Os misteriosos códigos hebreus na Bíblia que revelam Hitler, Rabin e Sadat. -O nome "Yeshua - Jesus" aparece em código ao longo de todo o Antigo Testamento. -A incrível precisão das profecias que se cumpriram nesta geração.

.Inscrições encontradas no Sinal remetem aos eventos do livro de Êxodo. -O nome de José e de Moisés encontrados em inscrições antigas. -Evidências da miraculosa destruição das muralhas de Jericó. -Relatórios científicos incrivelmente acurados encontrados na Bíblia. -Informações médicas avançadas nas Escrituras. -Esmagadora prova histórica da morte e ressurreição de Cristo. 

Se você deseja saber que a Bíblia é realmente inspirada por Deus ou se quiser testemunhar para um amigo, A Assinatura de Deus é uma evidência convincente de que as Escrituras são dignas de confiança. 

Editora: Bompastor
Ano: 1996
Edição: 1
Número de páginas: 291
Formato: Médio

O Evangelho Maltrapilho - Brennan Manning

Sinopse do Livro:

O escândalo da graça.

O evangelho maltrapilho foi escrito para pessoas aniquiladas, derrotadas e exauridas. Pessoas que se acham indignas de receber o amor de Deus. Quem sabe, ignoradas pela comunidade de cristãos por não se encaixarem no perfil de super-homem ou de super-mulher que lhes é constantemente exigido. Pessoas cansadas da espiritualidade superficial e consumista. Pessoas que travam inúmeras batalhas interiores por não se sentirem parte de uma comunidade afetiva e acolhedora.

É um livro que escrevi para mim mesmo e para quem quer que tenha ficado cansado e desencorajado ao longo do Caminho, confessa o autor.


Sobre o autor: Brennan Manning

Batizado Richard Francis Xavier, o escritor Brennan Manning nasceu e cresceu, junto com os dois irmãos, num subúrbio barra pesada de Nova York. Sua família enfrentou dificuldades - experiência que certamente contribuiu para aguçar-lhe a sensibilidade pelos anseios dos humildes e simples no ministério que abraçaria anos depois -, mas isto não o impediu de entrar para a Universidade St. John, da qual sairia para servir no Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (os famosos marines) durante a Guerra da Coréia.

De volta à vida civil, Manning tentou estudar jornalismo na Universidade do Missouri, mas seus questionamentos pessoais e a palavra de um conselheiro o levaram a um seminário católico. Em fevereiro de 1956, ao meditar sobre o caminho de Jesus até a cruz, sentiu-se comovido pelo Evangelho e chamado por Deus. "Naquele momento", relata, "a vida cristã passou a ter um novo significado para mim: uma relação íntima e profunda com Jesus." Quatro anos mais tarde, graduou-se em Filosofia e, posteriormente, em Teologia, pelo Seminário St. Francis.

Um dos aspectos mais interessantes sobre a trajetória ministerial de Brennan Manning é o trânsito entre a academia e as favelas, a universidade e as vilas, povoados e cortiços. Pensador brilhante, especialista em Escrituras e Liturgia, foi entre as populações carentes dos Estados Unidos e da Europa que encontrou o caminho para colocar em prática o tipo de cristianismo com o qual se comprometera desde o início de sua vocação: o da compaixão e serviço abnegado. Viveu em clausura e contemplação; carregou água para populações rurais e foi ajudante de pedreiro na Espanha; lavou pratos na França; deu apoio espiritual a presidiários suíços.

Com a fé reafirmada, Brennan Manning retornou aos Estados Unidos, fixando-se inicialmente no Alabama, onde tentou organizar uma comunidade nos mesmos moldes da Igreja primitiva. Voltou ao campus no fim dos anos 1970 e, depois de enfrentar uma crise pessoal, começou a escrever e ministrar palestras, atividades que mantém até hoje, sempre com o objetivo de comunicar o amor incondicional de Deus em Jesus. "Aprendi de um sábio franciscano que, para quem conhece o amor de Cristo, nada mais no mundo é tão belo e desejável."

Páginas: 224
Tamanho: 14x21
Categoria: Espiritualidade
Ano: 2005
Autor: Brennam Manning

A mão invisível de Deus - R. C. Sproul

Sinopse do Livro:

Na paisagem montanhosa da antiga Canaã, os irmãos de José enciumados pelo belo caso que José exibia e pela preferência do pai pelo irmão mais novo, deram início ao encadeamento dos fatos que, gerações mais tarde, levariam uma jovem egípcia a ouvir o choro de uma criança flutuando dentro de um cesto sobre as águas do Rio Nilo. 

Como decorrência desse encontro, viria a Lei... Dos guardadores da Lei viriam as profecias que apontam para uma manjedoura em Belém ... E, finalmente, para uma sepultura vazia guardada por anjos... Neste livro, o renomado R.C. Sproul mostra-nos como, desde o princípio dos tempos, a providência de Deus - a mãos invisível que governa o Universo com ´perfeita intencionalidade´ - tem trabalhado para o bem daqueles que o amam. 

Com clareza e perspicácia, Sproul esclarece princípios doutrinários, compartilhando suas próprias experiências familiares de intervenções divinas tal qual os dramáticos encontros com a providência divina vivenciados pelos grandes heróis bíblicos. O resultado é este volume esclarecedor que inspira os cristãos de hoje a depositar sua confiança no Deus que controla cada um - cada partícula - do Universo.

Editora: Bompastor
Ano: 2001
Edição: 1
Número de Páginas: 275

Formato: 14cm x 21cm
Autor(es): R. C. Sproul


quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Decepcionado com Deus - Philip Yansey

Resumo do Livro:

Lidar com o sofrimento é o mais duro teste para a fé. A princípio, parece uma contradição: por que Deus permite situações de tamanha calamidade pessoal na vida de pessoas que se dispõe a crer e confiar nele? Muitas delas não resistem a esses testes e sucumbem.

Em Decepcionado com Deus, Philip Yancey aceita o desafio de analisar, à luz da Bíblia, a questão do sofrimento e investigar a função da dor na formação do caráter. Em vez de apoiar-se em velhos clichês usados para justificar situações extremas - e que, via de regra, não satisfazem a alma daquele que passa por elas -, o autor humaniza a discussão, dando espaço até para o desabafo de quem se acha marionete ou cobaia de Deus supostamente injusto.

Ao mesmo tempo, numa demonstração de profunda sensibilidade à mensagem das Escrituras Sagradas, Yancey revê o próprio conceito de sofrimento e mostra que as provas da vida ajudam o cristão a aperfeiçoar sua comunhão com o Senhor e compreender melhor a dimensão da graça. O escritor vai mais além e revela como um aparente desastre pessoal pode contribuir para o processo de reconhecimento da dor do próximo, gerando a compaixão.

"O autor mostra como, muitas vezes, nossas súplicas são tentativas inconscientes de encaixar Deus nos parâmetros da nossa inteligência limitada. Então, incrivelmente, nos decepcionamos com Deus por não se submeter à nossa vontade."

Critica da Razão Pura - Immanuel Kant


Resumo do Livro:

Kant, em sua Crítica da Razão Pura, procura, a partir de um método crítico a priorístico, denominado por ele de filosofia transcendental, buscar expor os limites e as condições de possibilidade do conhecimento humano.

A filosofia transcendental, por ele assim criada, busca apontar as razões que realmente poderiam fundamentar as verdades que poderiam se tornar ciência, ou seja, as necessárias e universais. Isto é, as que podem ser aceitas aqui e em qualquer outra parte do universo.

Para tanto, no prefácio desta obra explicita a questões primordial de sua obra: a busca pelos juízos sintéticos a priori da metafísica. Tal tarefa assim constituída a tarefa primordial daquela obra, passa a ser analisada nas partes posteriores denominadas de Estética Transcendental e Analítica Transcendental.

A solução para tal questão se dá pelos elementos a priori da faculdade da sensibilidade, espaço e tempo, e os do entendimento, as categorias. A relação destes elementos para com os objetos a posteriori geram o conhecimento empírico.

Sobre o autor: Immanuel Kant
Immanuel Kant ou Emanuel Kant (Königsberg, 22 de abril de 1724 — Königsberg, 12 de fevereiro de 1804) foi um filósofo prussiano, geralmente considerado como o último grande filósofo dos princípios da era moderna, indiscutivelmente um dos pensadores mais influentes.

Depois de um longo período como professor secundário de geografia, começou em 1755 a carreira universitária ensinando Ciências Naturais. Em 1770 foi nomeado professor catedrático da Universidade de Königsberg, cidade da qual nunca saiu, levando uma vida monotonamente pontual e só dedicada aos estudos filosóficos. Realizou numerosos trabalhos sobre ciência, física, matemática, etc.

Kant operou, na epistemologia, uma síntese entre o Racionalismo continental (de René Descartes e Gottfried Leibniz, onde impera a forma de raciocínio dedutivo), e a tradição empírica inglesa (de David Hume, John Locke, ou George Berkeley, que valoriza a indução).

Discurso sobre o método - René Descartes

Resumo do Livro:

Publicado originalmente em 1637 o Discurso do Método de René Descartes é uma das mas famosas obras da literatura filosófica, sendo por muitos considerado o texto fundamente da ruptura cultural que da origem a Filosofia Moderna.

O texto é composto de seis partes onde o autor, partindo de um relato de sua biografia intelectual, expõe de maneira clara e sucinta os grandes traços de seu novo sistema filosófico.Descartes começa seu texto apresentando os grandes parâmetros de sua formação cultural. Aluno de uma das mais prestigiadas escolas européias, a Escola dos Jesuítas em La Flèche, pode receber o que de melhor tinha a ofertar a cultura de seu tempo. 

Estudou Lógica que considerava um interessante instrumento uma vez que estejamos de posse da verdade, mas que em nada auxiliava a obter a verdade; estudou Teologia, sabe importante sem dúvida, todavia dispensável, pois desde que tenhamos fé em Deus, nossa salvação estará assegurada; estudou Filosofia e, sobre essa, chegou a uma triste conclusão: a história da filosofia nos mostrava de que não existia nada de tão absurdo que já não tivesse sido afirmado alguma vez por algum filósofo. 

Em todas as disciplinas que estuda, a exceção da matemática, cuja aplicabilidade a problemas concretos somente se dará a partir e por causa de Descartes, constata ele que a cultura em geral não oferece nenhum saber que seja isento de dúvidas e útil para vida. Cabe portanto, concluir Descartes reformar o conhecimento e fundamentá-lo a partir de novas e sólidas bases. Tal é a tarefa que será delineada no Discurso do Método e buscada por toda a vida de Descartes.Para obter esse resultado, Descarte elabora um método que consta de quatro regras: 

1) Não aceitar nada que não seja evidente e evitar a prevenção e a precipitação; 

2) Dividir um problema em tantas partes quantas forem possíveis e necessárias, a chamada regra da análise; 

3) Conduzir o pensamento por ordem, partindo dos objetos mais simples para os mais complexos, a chamada regra da síntese; 

4) Efetuar enumerações tão completas de modo a ter certeza de nenhum elemento ter sido esquecido.

Aplicando esse método aos objetos culturais, quais deles podem ser ditos tão evidentes que não possam ser colocados em dúvida? Todos os dados dos sentidos podem nos enganar; da mesma forma todos os objetos da razão igualmente o podem.... nada existe que seja dado ao homem que não posso ser posto em dúvida; todavia, se de tudo podemos duvidar, não podemos duvidar do fato de estarmos duvidando. Ou seja, em toda a dúvida está presente a certeza do sujeito que duvida; ora constata Descartes, se duvido pelo e, se penso logo existo. 

O conhecimento não deverá pois ser construído a partir de certezas externas, sempre falíveis, mas sim da única certeza indubitável, a certeza do Cogito.Certo, poderemos argumentar contra Descartes, mas e daí? Como sair da certeza do solipsismo para a certeza dos objetos do mundo? Analisando o que nos dá essa certeza inicial Podemos constatar que somos uma substância cuja essência consiste no pensamento, o que significa que que não existe uma união necessária entre o corpo e o espírito, já que é possível duvidar de que tenhamos um corpo, mas não uma razão pensante. 

Essa razão pensante, na medida em que duvida se descobre como imperfeita. Ora, nos diz Descartes, de onde vem essa idéia de perfeição? Não pode vir dos objetos do mundo na medida em que aí não a encontramos; não pode ter sido criada por nós, pois somos imperfeitos e, no entanto, a temos. Como se pergunta Descartes? Só pode ser uma idéia inata, impressa em nós por aquele que nos criou ? Deus. 

Da existência de Deus, ser criador dotado de todas as perfeições, não é possível que nos enganemos sempre, pois aí o ser perfeito teria criado algo absolutamente imperfeito. Logo, a única coisa que nos impede de conhecer a verdade é não procedermos de forma metódica.

No Discurso do Método, Descartes parte da certeza inicial do sujeito pensante, nela descobre Deus como idéia inata, dai conclui a impossibilidade do erro absoluto e propõe como forma de superação a adoção das regras metodológicas Temos assim o saber fundado agora na subjetividade humana e não mais no ser. 

Quando for possível a essa subjetividade, e esse é o processo da evolução da ciência moderna, apenas com base em regras metodológicas constituir a verdade, deus se tornará desnecessário ao saber, sendo recolhida aos recônditos da subjetividade humana.Descartes abre assim o caminho para o desencantamento do mundo.

Noreda Somu Tossan


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